Normalização de trabalhos acadêmicos


15/12/2016


AVISO

Em virtude das férias escolares, este blog entrará em recesso a partir de hoje.

Desejamos um FELIZ NATAL e um ANO NOVO alegre a todos os nossos leitores e colaboradores.

Voltaremos no início do ano letivo de 2017.

 

Contato: jbmiquelao@uol.com.br

 

 

Escrito por João Bosco às 10h38
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01/12/2016


 

 

ESSE PINGUIM TEM HISTÓRIA


 

O pinguim [hum...que saudade do trema!] que aparece acima não é uma ave comum. Trata-se de Tux, que virou mascote e logotipo do Linux, o sistema operacional “aberto” mais famoso do mundo.


O criador de Tux foi Larry Ewing, vencedor de um concurso para escolher a imagem ideal de um pinguim que representasse bem o Linux (gordinho, feliz e com cara de quem comeu muitos peixes!).

 

 

 

 

Contato com este blog:  jbmiquelao@uol.com.br.


Escrito por João Bosco às 09h49
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30/11/2016


 

 

SOBRE NÓS

 

Este espaço tem como principal objetivo discutir a aplicação das normas da ABNT e prestar orientação às pessoas interessadas.


O grupo Normalizadores, que mantém este blog, é composto de ex-alunos de um curso ministrado pela ABNT em junho de 2004 na cidade de São Paulo.


Também fazem parte deste grupo outras pessoas convidadas, cujas atividades se relacionam com trabalhos acadêmicos, como é o caso da professora Kátia Martins, de Belém, PA, e a bibliotecária Emilce Maria Diniz, de Belo Horizonte, MG.


Eventualmente este blog atua como uma oficina de palavras, espaço em que se estudam questões atuais e curiosidades da língua portuguesa. Aqui também se discutem aspectos relacionados à arte de traduzir e assuntos sobre segurança na internet.


Devido ao sucesso obtido com a publicação de um microconto (crônica) no dia 29 de janeiro de 2010, publicaremos eventualmente esse tipo de produção literária, tanto as nossas crônicas como as de autoria de nossos colaboradores.


Para ler mensagens recentes, role a página.


Caso v. queira ver discussões antigas, procure-as nos links ao lado de acordo com os assuntos constantes do índice publicado no dia 1º de junho de 2012.

 

 

 

Moderador: João Bosco Miquelão (cronista, tradutor e revisor de textos acadêmicos).

 

 

ESTA PÁGINA É VISTA EM MAIS DE 15 UNIVERSIDADES BRASILEIRAS. ELA TAMBÉM É LIDA NA ARGENTINA, ESTADOS UNIDOS E FRANÇA. REGISTRA-SE A PRESENÇA DE SEGUIDORES EM UNIVERSIDADES DE PORTUGAL, ANGOLA, MOÇAMBIQUE E CABO VERDE.

 

 

Escrito por João Bosco às 15h42
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29/11/2016


DICA DE SEGURANÇA DE HOJE, SEGUNDO O TECMUNDO

 

 

Não realize transações financeiras quando estiver conectado a um hotspot (ponto de acesso à internet sem fio, em algum café, shopping, aeroporto, entre outros).


 

 

Se acessar a internet e realizar transações bancárias ou compras com cartão de crédito de sua casa já é um risco devido à vulnerabilidade normal da rede, graças aos riscos do acesso constante, imagine o perigo de fazer isso em uma conexão aberta! Não seja um alvo fácil para hackers.


Evite ao máximo acessar sua conta bancária ou realizar compras com seu cartão de crédito pelo seu computador quando estiver conectado a um hotspot, pois seus dados estão vulneráveis.


Prefira procurar um caixa eletrônico ou utilizar o acesso via telefone, caso seu banco o possua.


 

Contato com este blog: jbmiquelao@uol.com.br

 

 

Escrito por João Bosco às 12h04
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23/11/2016


CITAÇÕES NA CONCLUSÃO DE UM TRABALHO ACADÊMICO

 

Por que motivo não se devem apresentar citações na conclusão de um trabalho acadêmico?

 

 

Resposta:

Na conclusão o autor faz a afirmação sintética da ideia central do trabalho, uma decorrência natural do que foi exposto alhures.

Assim sendo, não se permite a inclusão de novos dados nessa parte.

 

Contato com este blogjbmiquelao@uol.com.br

 

 

Escrito por João Bosco às 10h40
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15/11/2016


ANIVERSÁRIO DE INTEGRANTE DESTE GRUPO

Cumprimentamos a aniversariante de hoje,

 Katia Martins, bibliotecária, de Belém, PA, integrante de nosso grupo.


  

 

Paz, saúde, amor e vida longa a essa companheira!

 

 

 

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Escrito por João Bosco às 10h28
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12/11/2016


AULA DE PORTUGUÊS DE HOJE

 

 

NORMA CULTA E LÍNGUA-PADRÃO

 Maria Tereza de Queiroz Piacentini *

 


Para os linguistas, a língua-padrão se estriba nas normas e convenções agregadas num corpo chamado de gramática tradicional e que tem a veleidade de servir de modelo de correção para toda e qualquer forma de expressão linguística. 

 

Querer que todos falem e escrevam da mesma forma e de acordo com padrões gramaticais rígidos é esquecer-se que não pode haver homogeneidade quando o mundo real apresenta uma heterogeneidade de comportamentos linguísticos, todos igualmente corretos (não se pode associar “correto” somente a culto).

 

Em suma: há uma realidade heterogênea que, por abrigar diferenças de uso que refletem a dinâmica social, exclui a possibilidade de imposição ou adoção como única de uma língua-modelo baseada na gramática tradicional, a qual, por sua vez, está ancorada nos grandes escritores da língua, sobretudo os clássicos, sendo pois conservadora. E justamente por se valer de escritores é que as prescrições gramaticais se impõem mais na escrita do que na fala. 

 

A cultura escrita, associada ao poder social, desencadeou também, ao longo da história, um processo fortemente unificador (que vai alcançar basicamente as atividades verbais escritas), que visou e visa uma relativa estabilização linguística, buscando neutralizar a variação e controlar a mudança. Ao resultado desse processo, a esta norma estabilizada, costumamos dar o nome de norma-padrão ou língua-padrão (Faraco, Carlos Alberto, “Norma-padrão brasileira”. In Bagno, M. (org.). Linguística da norma. SP: Loyola, 2002, p.40).

 

Aryon Rodrigues (in Bagno 2002, p.13) entra na discussão: “Frequentemente o padrão ideal é uma regra de comportamento para a qual tendem os membros da sociedade, mas que nem todos cumprem, ou não cumprem integralmente”. Mais adiante, ao se referir à escola, ele professa que nem mesmo os professores de Língua Portuguesa escapam a esse destino: “Comumente, entretanto, o mesmo professor que ensina essa gramática não consegue observá-la em sua própria fala nem mesmo na comunicação dentro de seu grupo profissional” (p. 18).

 

Vamos ilustrar os argumentos acima expostos. Não há brasileiro – nem mesmo professores de português – que não fale assim:

          – Me conta como foi o fim de semana...

          – Te enganaram, com certeza!

          – Nos diz uma coisa: você largou o emprego mesmo?

 

Ou mesmo assim:

          – Tive que levar os gatos, pois encontrei eles machucados.

          – Conheço ela há muito tempo, é ótima menina.

          – Acho que já tinha lhe visto antes. 

 

Então, se os falantes cultos, aquelas pessoas que têm acesso às regras padronizadas, incutidas no processo de escolarização, se exprimem desse modo, essa é a norma culta.  Já as formas propugnadas pela gramática tradicional e que provavelmente só se encontrariam na escrita [conta-me como foi / enganaram-te / diz-nos uma coisa / pois os encontrei / conheço-a há tempos / já o/a tinha visto] configuram a norma-padrão ou língua-padrão.

 

Se para os cientistas da língua, portanto, existe uma polarização entre a norma-padrão (também denominada “norma canônica” por alguns linguistas) e o conjunto das variedades existentes no Brasil, aí incluída a norma culta, no senso comum não se faz distinção entre padrão e culta.  Para os leigos, a população em geral, toda forma elevada de linguagem, que se aproxime dos padrões de prestígio social, configura a norma culta. 

 

Fica evidente em todas as consultas recebidas no sítio Língua Brasil que as pessoas transitam pela norma culta e norma-padrão sem fazer distinção entre as duas, pois é realmente tênue a linha demarcatória entre elas. 

 

*Diretora do Instituto Euclides da Cunha e autora dos livros 'Só Vírgula', 'Só Palavras Compostas' e 'Língua Brasil – Crase, pronomes & curiosidades' - www.linguabrasil.com.br.

 

 

 

Contato com este blog: jbmiquelao@uol.com.br

Escrito por João Bosco às 09h21
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07/11/2016


ASSUNTO DE INTERESSE PARA GRADUANDO EM QUALQUER NÍVEL

 

PROJETO DE PESQUISA REJEITADO

 

POR SE TRATAR DE UMA QUESTÃO RECORRENTE, QUE PODE CAUSAR ABORRECIMENTOS ÀS PARTES ENVOLVIDAS, REPRODUZIMOS O TEXTO ABAIXO (ELE FOI PUBLICADO NESTE BLOG NOS DIAS 26/2/2009 E 9/7/2013):

 

 

Aluno:

O projeto de pesquisa que apresentei ao meu orientador foi rejeitado sob a argumentação de que o trabalho não havia passado pelo crivo dos seis passos essenciais.

 

Eu gostaria de aprender mais sobre o assunto antes de voltar a discuti-lo com o orientador.

 

Esse blog pode esclarecer quais são esses passos?

 

 

Esclarecimentos de Luciana Miotto, de Catanduva, SP, integrante do grupo “Normalizadores”, sobre a consulta de G. F. S., de Campinas, SP::

 

Primeiramente, seria fundamental esclarecer junto ao orientador quais são os seis passos a que se refere. O trabalho do orientador é claro e inclui desenvolver junto ao aluno que orienta todos os passos necessários à realização de uma pequisa acadêmico-científica. Melhor seria, então, esclarecer junto a ele quais são essas etapas.

 

Com base no meu trabalho de orientação, poderei lhe dizer que etapas são essas, mas nunca pensei nelas em termos de números. 

 

1. Escolher um tema do interesse do pesquisador e que tenha afinidade com o trabalho de pesquisa do orientador. Justificar sua escolha esclarec endo qual a importância de se pesquisar este tema específico. Na introdução do projeto, o pesquisador apresenta seu tema e justifica a importância do mesmo.

 

2. Delimitar um problema de pesquisa, viável, objetivo e coerente com o tempo e os recursos de que dispõem aluno e orientador. A delimitação do problema exige ainda uma pesquisa exploratória sobre o tema e isso inclui leituras e buscas em bancos de dados e bibliotecas. Novamente, o trabalho do orientador se faz necessário, com base em sua experiência sobre o tema.

 

3. Construir hipóteses (etapa opcional - dependendo do nível do trabalho - graduação ou pós-graduação), o que exige um grande esforço intelectual e experiência sobre o tema.

 

4. Definir os objetivos do trabalho, geral e específicos, ou seja, aquilo que se deseja atingir quando terminada a pesquisa. Devem ser claros e viáveis.

 

5. Elaborar uma metodologia de trabalho a que muitos pesquisadores denominam de delineamento da pesquisa: descrever em detalhes tudo o que for necessário para realização da pesquisa: tipo de pesquisa, local e período de coleta de dados, população e amostra (se houver), instrumento e método de coleta de dados e método de análise dos dados.

 

6. Levantamento bibliográfico sobre o tema: lista de obras a serem lidas durante a pesquisa (outras também poderão surgir ao longo do processo). Essa etapa geralmente é feita durante a pesquisa exploratória.

 

7. Referências seriam as obras citadas no decorrer do projeto. 

 

Há ainda necessidade de um cronograma de trabalho (observando-se o tempo de que dispõe o pesquisador) e um orçamento de custos caso o projeto esteja submetido a financiamento (dependendo do caso). 

 

Enfim, creio que são estas as etapas fundamentais de um projeto de pesquisa.

 

Luciana Miotto é Doutora em Sociologia pela Unesp-Araraquara e Mestre em Sociologia pela Unicamp. Áreas de pesquisa: meio ambiente, desenvolvimento, tecnologia e comunicação. Luciana trabalha nas Faculdades Integradas Padre Albino, em Catanduva, SP.

 

Contato com este blog: jbmiquelao@uol.com.br

 

 

Escrito por João Bosco às 09h57
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05/11/2016


LIVRO DE AUTORIA DO MODERADOR DESTE BLOG LANÇADO NO DIA 1º DE OUTUBRO DE 2016

 

 

O livro Plinia trunciflora e outras crônicas relata fatos curiosos, uma forma de ver a vida com humor.

 

Alguns crônicas já foram publicadas na internet, outras foram aproveitadas pela BHtrans no programa “Leitura para Todos”. A apresentação da obra é de autoria da professora Maria do Carmo de Oliveira M. dos Santos, doutora em Literatura de Língua Portuguesa. O prefácio foi escrito pelo médico, professor, psiquiatra e escritor Gregorio Baremblitt. Capa da designer Stela Luz. ISBN n.º 978-85-63749-57-4.

 

Referência: MIQUELÃO, João Bosco. Plinia trunciflrora e outras crônicas. Niterói: Alternativa, 2016.

 

Momento do lançamento na Livraria Ouvidor – Loja Savassi (a apresentadora da obra, Professora Maria do Carmo O. M. Santos, a designer Stela Luz e o autor):

 

 

O livro encontra-se à venda na Livraria Ouvidor – Loja Savassi – Rua Fernandes Tourinho, 253, Belo Horizonte (próximo à confluência de Av. Getúlio Vargas com Rua Alagoas).

 

 

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Escrito por João Bosco às 11h48
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28/10/2016


A ABNT INFORMA

 

 

 

 

PROJETO EM CONSULTA PÚBLICA


 

O Projeto de Revisão ABNT NBR 6022 - Informação e documentação - Artigo em publicação periódica técnica e/ou científica - Apresentação, referente ao ABNT/CB-014 Informação e Documentação, foi adicionado em 25/10/2016.


Encerramento: 2 de janeiro de 2017.

 

 

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Escrito por João Bosco às 11h02
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18/10/2016


CRÔNICA DE HOJE

Mensagem do além

João Bosco Miquelão*

 

 

O silêncio só era quebrado pelo ruído das teclas que ele pressionava ao digitar e o leve sussurrar do cooler de seu PC antigo.

Sozinho em casa, sem sono e sem vontade de ir para a cama, pensava no amigo que havia morrido há pouco tempo enquanto adivinhava nomes de frutas num joguinho do computador.

De repente um assobio agudo lhe pareceu ter saído bem próximo dele, a poucos centímetros de sua cadeira.Ele desviou o olhar do monitor, não viu nada estranho e voltou a concentrar–se no jogo.

– Bobagem minha. Não estou ouvindo nenhum assobio. Isto é imaginação – disse para si mesmo. E marcou a palavra pera.

Já se preparava para procurar outro nome de fruta escrito com a letra inicial erre quando novamente ouviu outro assobio.

Dessa vez mais forte, mais agudo.

Não havia mais qualquer dúvida: era mesmo um assobio, e dos fortes! Sentiu um leve arrepio nos braços, mas manteve-se firme e decidido a descobrir quem estava querendo assustá-lo. Só podia ser isso: uma brincadeira.

Todas as portas externas continuavam trancadas. Procurou nos quartos, olhou debaixo das camas, dentro dos armários e até no boxe do banheiro.

Nada! Ele estava mesmo sozinho em casa!

Naquela noite ainda ouviu mais duas vezes o assobio assustador.

Desistiu de procurar a origem daquelas notas agudas e foi deitar-se.

Passou a noite em claro.

Estava mal-humorado. Não conseguira nem tomar o café da manhã. Sua aparência era péssima – a de um homem cansado, a quem não faltavam olheiras.

Ficar sozinho em casa não fora uma boa experiência. Felizmente seus familiares chegariam naquela tarde.  

À noite a família estava toda reunida. Os filhos e a esposa, animados, conversavam alegremente. Faziam comentários sobre a viagem. Ele permanecia calado, pensativo. E isto não escapou à atenção de um dos filhos:

– Ei, pai, você está caladão!

– Caladão, mesmo – emendou a filha. Você não deve ter gostado do smartphone que lhe dei, pois não respondeu as mensagens que enviei. Ou, então, não gostou do modo que ele chama. Você pode mudar a configuração do toque... Que eu deixei com um assobio.

 

* Do livro Plinia trunciflora e outras crônicas. Niterói: Alternativa, 2016 (à venda na Livraria Ouvidor – Loja Savassi – Rua Fernandes Tourinho, 253 – Belo Horizonte, MG).

 

 

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Escrito por João Bosco às 13h05
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07/10/2016


HOMENAGEM DA CÂMARA MUNICIPAL DO RIO DE JANEIRO

 

No dia 12 passado, em sessão solene na Câmara Municipal do Rio de Janeiro, o empresário Gustavo Henrique de Paula Rocha, de Belo Horizonte, foi admitido como membro da Câmara de Comércio Brasil Qatar, tendo recebido naquela ocasião a Cruz do Mérito da Fraterna Integração Brasil Qatar, por serviços relevantes prestados nas relações comerciais entre o Brasil e aquele país amigo.

 


  

 O homenageado.

 

 

O homenageado e familiares.

 

Contato com este blog: jbmiquelao@uol.comn.br

Escrito por João Bosco às 13h16
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05/10/2016


VAMOS POETIZAR?

 

 

 

Matamos tudo que amamos?

Maria do Carmo de Oliveira M. Santos*

 

 Matamos por medo

Matamos por incertezas,

Matamos por egoísmo,

Matamos por impurezas...

Matamos por querê-los,

Matamos por prendê-los,

Matamos por fazê-los

Nossos prisioneiros...

Matamos, sim, tudo... tudo que mais amamos.

 * Autora do livro Ávidos ácaros (Niterói: Alternativa, 2016). Este poema encontra-se à p. 48 da obra ora citada.

Escrito por João Bosco às 14h43
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01/10/2016


 

ESTAMOS COMEMORANDO A 45.000.ª (QUADRAGÉSIMA QUINTA MILÉSIMA) VISITA A ESTE BLOG!

 

 

 

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Escrito por João Bosco às 18h53
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21/09/2016


REPROVAÇÃO DE MONOGRAFIAS POR PLÁGIO

EIS UM CASO CURIOSO:

 

Professor não consegue comprovar ter sido perseguido por faculdade após reprovar monografias por

plágio.

 

Segundo o portal Direito Net, a Oitava Turma do Tribunal Superior do Trabalho não conheceu do recurso de um professor universitário que buscava a condenação da Fundação Educacional Dom André Arcoverde, de Valença (RJ) ao pagamento de indenização por danos morais por suposta represália, após ele ter reprovado mais de dez trabalhos de conclusão de curso (monografias) por plágio.

 

Mais notícias neste site:  http://www.direitonet.com.br/noticias/exibir/17474/Professor-nao-consegue-comprovar-ter-sido-perseguido-por-faculdade-apos-reprovar-monografias-por-plagio?utm_medium=email&utm_campaign=Boletim%20genrico%20-%2020092016&utm_content=Boletim%20genrico%20-%2020092016+CID_d7d4e210d5f79a95ab3e36cc55ca059e&utm_source=Emails%20CM&utm_term=Professor%20no%20consegue%20comprovar%20ter%20sido%20perseguido%20por%20faculdade%20aps%20reprovar%20monografias%20por%20plgio

 

 

Contato com este blog: http://normalizadores.zip.net/

Escrito por João Bosco às 11h55
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