Normalização de trabalhos acadêmicos


11/02/2015


GRUPO NORMALIZADORES

 

Este espaço tem como principal objetivo discutir a aplicação das normas da ABNT e prestar orientação às pessoas interessadas.

 

O grupo Normalizadores, que mantém este blog, é composto de ex-alunos de um curso ministrado pela ABNT em junho de 2004 na cidade de São Paulo.

 

Também fazem parte deste grupo outras pessoas convidadas, cujas atividades se relacionam com trabalhos acadêmicos, como é o caso da Professora Kátia Martins, de Belém, PA, e a Bibliotecária Emilce Maria Diniz, de Belo Horizonte, MG.

 

Eventualmente este blog atua como uma oficina de palavras, espaço em que se estudam questões atuais e curiosidades da língua portuguesa. Aqui também se discutem aspectos relacionados à arte de traduzir e assuntos sobre segurança na internet.

 

Devido ao sucesso obtido com a publicação de um microconto (crônica) no dia 29 de janeiro de 2010, publicaremos eventualmente esse tipo de produção literária, tanto as nossas crônicas como as de autoria de colaboradores deste blog.

 

Para ler mensagens recentes, role a página.

 

Caso v. queira ver discussões antigas, procure-as nos links ao lado de acordo com os assuntos constantes do índice publicado no dia 1º de junho de 2012.

 

 

Moderador: João Bosco Miquelão (tradutor, revisor de textos acadêmicos e técnico em informática).

 

 

Contato: jbmiquelao@uol.com.br

 


Escrito por João Bosco às 11h16
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10/02/2015


PONTO DE PARTIDA PARA A ELABORAÇÃO DE UMA MONOGRAFIA

É prática comum entre os que elaboram monografias escrever por último a introdução.


Segundo Martins (Guia para elaboração de monografias e trabalhos de conclusão de curso – São Paulo: Atlas, 2000, p. 31), “A introdução não deve ser confundida com o comentário analítico do sumário. A introdução permite a fixação de ideias, constituindo-se no roteiro para o desenvolvimento e a concretização de todo o trabalho monográfico”.


Como ponto de partida, o mais indicado no processo de elaboração de uma pesquisa é escrever o título, a introdução e o sumário. Ainda que hipotético, esse sumário será alterado à medida em que o trabalho se desenvolve, tornando-se um ponto de partida seguro, pois ele delimitará o âmbito da monografia.

 

 

Contato com este blog: jbmiquelao@uol.com.br

Escrito por João Bosco às 11h18
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04/02/2015


AULA DE PORTUGUÊS DE HOJE

PROATIVO, INSERTO, DILAÇÃO E PATROL

Professora Maria Tereza de Queiroz Piacentini*

 

--- Como devemos escrever: proativo ou pró-ativo?

Escrevia-se apenas sem hífen: proativo; mas a edição de 2009 do VOLP (Vocabulário Ortográfico, oficial) também registra pró-ativo. O termo vem do inglês “pro-active/proactive” e se refere a algo ou alguém que antecipa futuros problemas, necessidades ou mudanças, que seja capaz de mudar eventos em vez de reagir a eles, fazendo com que as coisas aconteçam; é ser ágil e competente, portanto. Exemplos:

Estamos sendo desafiados a assumir uma postura proativa frente às novas tecnologias.

A frequente lentidão no processo de implantação dos centros regionais de informática obriga-os a estabelecer uma dinâmica proativa na busca de parceria com empresas que têm recursos para investir em programas sociais.

O adjetivo proativo também pode ser transformado em advérbio:

O diretor da empresa reagiu proativamente em relação às demandas trabalhistas de seus empregados.

 

--- Qual a diferença entre inserto/incerto e dilação/dilatação?

Inserto = inserido. Incerto = duvidoso. Exemplo:

Duas das sugestões insertas nos anais do simpósio foram trazidas pelo nosso grupo.

Dilação = prorrogação, adiamento; o mesmo que dilatação:

Pedimos a dilação do prazo para que pudéssemos reunir o dinheiro necessário.

O termo dilatação também se refere, por outro lado, ao aumento de dimensões ou de volume, ampliação, propagação.

 

--- A palavra certa é: patrol ou patrola?

Os dicionários registram patrol e patrola como palavras sinônimas e que têm o mesmo significado de niveladora: “máquina de terraplenagem munida de lâmina e utilizada para regularizar o terreno, abrir valetas e executar pequenas escavações, podendo ser rebocada ou de autopropulsão; patrol, patrola, plaina, aplanadora”.

 

* Maria Tereza de Queiroz Piacentini é Diretora do Instituto Euclides da Cunha e autora dos livros 'Só Vírgula', 'Só Palavras Compostas' e 'Língua Brasil – Crase, pronomes & curiosidades' - www.linguabrasil.com.br

 

Contato com este blog: jbmiquelao@uol.com.br

 

 

 

Escrito por João Bosco às 17h57
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31/01/2015


PARA REFLETIR: ASSUNTO JURÍDICO

 

 

Novo CPC: Vale apostar na conciliação/mediação?

Por Fernando da Fonseca Gajardoni

Ribeirão Preto (SP)

 

Sempre fui um real entusiasta da substituição da cultura da sentença pela cultura da pacificação.


Em 2004 participei, com outros colegas, de um projeto piloto do TJSP e do CEBEPEJ (Centro Brasileiro de Estudos e Pesquisas Judiciais), para implantar, pioneiramente no Estado de São Paulo, um projeto de gerenciamento de processos na justiça estadual de 1º grau (Processo CSM G-37.979/04). Objetivava-se, entre outras coisas, fomentar a prática da conciliação/mediação, estabelecendo que o magistrado, ao fazer o controle das iniciais distribuídas, encaminhasse aqueles casos que, efetivamente, vislumbrasse a possibilidade da autocomposição, para uma audiência inaugural facultativa, realizada por um setor de mediação/conciliação da unidade, composto não por juízes, mas sim por advogados voluntários, psicólogos, assistentes sociais e estagiários. Obtido o acordo, o processo acabava por ali mesmo. Infrutífero, o réu sabia que, a contar da audiência, tinha o prazo de 15 (quinze) dias para contestar via advogado.

 

A experiência foi um sucesso total, com a celebração de acordo em mais de 50% dos conflitos mediados/conciliados [1]. Avaliou-se que o êxito do projeto se deveu aos seguintes fatores: 1º) a conciliação/mediação não era obrigatória; 2º) a audiência só se realizava nos processos que os direitos admitissem a autocomposição, mas desde que o magistrado vislumbrasse, à luz da controvérsia e do comportamento das partes em casos pretéritos semelhantes, a possibilidade de acordo (Tribunal Multi Portas); 3º) o ato era realizado por conciliadores/mediadores treinados/vocacionados para a prática, e não pelos juízes (que podiam dedicar seu tempo às decisões, sentenças, etc.); 4º) as audiências aconteciam rapidamente, em um intervalo máximo de 90 dias da propositura da ação; e 5º) as audiências de conciliação/mediação eram gratuitas e facultativas, podendo quaisquer das partes, sem sanções, declinar o desinteresse na audiência ou não comparecer ao ato designado.


Texto completo: http://jota.info/novo-cpc-vale-apostar-na-conciliacaomediacao#.VMYJPo0Pb3Y.facebook

 

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Escrito por João Bosco às 14h43
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27/01/2015


O DIA DE HOJE NA HISTÓRIA

27 de janeiro - Dia Internacional da Lembrança do Holocausto


 

 

Há 70 anos, no dia 27 de janeiro de 1945, chegava ao fim um dos maiores pesadelos pelos quais passou a humanidade: as tropas soviéticas que lutavam na Segunda Guerra Mundial libertaram os presos que ainda se encontravam nos campos de concentração da Polônia.


Segundo Rudolf Höss, no julgamento de Nuremberg, mais de 3 milhões de pessoas morreram nos campos de extermínio que os nazistas instalaram na Polônia (90% deles judeus), vítimas das câmaras de gás, de fuzilamento sumário, de trabalhos forçados em condições absurdas e de doenças provocadas pelas péssimas condições de higiene e pela fome.  


Chegava ao fim a obrigatoriedade do uso dos infames triângulos amarelos invertidos (“estrela amarela” identificadora) por aqueles que mal conseguiam viver com dignidade, depois de perderem seus bens e, em quase todos os casos, suas famílias.


Vale a pena ler o livro de Eva Werver, alemã, arteterapeuta, que relata os horrores sofridos pela Polônia invadida em 1939 (O menino dos fantoches de Varsóvia, Ribeirão Preto: Novo Conceito, 2014).


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Escrito por João Bosco às 09h16
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21/01/2015


A ABNT INFORMA

 

Hoje foi colocado em consulta nacional O Projeto de Emenda ABNT NBR 10719 (Informação e documentação — Relatório técnico e/ou científico — Apresentação).


Data limite: 21/3/2015.

 

 

Maiores informações: http://www.abntonline.com.br/consultanacional/

 

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Escrito por João Bosco às 13h55
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13/01/2015


O OBSERVATÓRIO DA LÍNGUA PORTUGUESA INFORMA

 

DIVULGAÇÃO DE NOSSO IDIOMA NA ÁSIA



 

O Diário do Povo (ed. online), órgão central do Partido Comunista Chinês, lançou um portal em português para "promover a comunicação e o intercâmbio" com os países de língua portuguesa.


O novo portal propõe-se difundir "notícias de economia, política, sociedade, educação, cultura, desporto, ciência, turismo e outras áreas", assumindo-se como "um esforço para promover o intercâmbio e o entendimento entre os internautas de língua portuguesa e a China".


A iniciativa insere-se na "estratégia global de desenvolvimento do Diário do Povo online", que já tem também versões em inglês, russo, espanhol, japonês, árabe, alemão e coreano.


Link para o site chinês: http://portuguese.people.com.cn/

 

Link para o site do Observatório da Língua Portuguesa: http://observatorio-lp.sapo.pt/pt/noticias/jornal-do-pc-chines-lancou-portal-em-portugues

 

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Escrito por João Bosco às 15h22
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20/12/2014


 A PARTIR DE HOJE ESTAREMOS

EM RECESSO.


VOLTAREMOS EM 2015.

 



Escrito por João Bosco às 12h24
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19/12/2014


LIVRO DE COLABORADORA DESTE BLOG EM OFERTA

NÃO TROPECE NA LÍNGUA: Lições e curiosidades do português brasileiro (brochura)

De Rr$ 59,00 por R$ 39,90.

Autor: Piacentini, Maria Tereza de Queiroz

Editora: Bonijuris

Categoria: Linguística / Português.

 

 

 

Esta coletânea reúne as 300 colunas publicadas semanalmente no site linguabrasil.com.br desde o ano 2000. Do que elas tratam? De gramática apenas? Não. “Não tropece na língua” não é um manual de gramática. Reproduzir o que ensinam os livros tradicionais não faria sentido.


Há, sim, lições gramaticais que atendem a consultas formuladas pelos leitores: são abordados os artigos, os pronomes demonstrativos, a acentuação, a crase, a concordância verbal e nominal, a regência de alguns verbos mais difíceis, a voz passiva, a indeterminação do sujeito, o tão diversificado pronome ‘se’...


E as curiosidades? Elas também fazem parte. Há boas historietas, há temas surpreendentes (risco de vida, plúrimo, presidenta, récorde), há discussões teóricas, há orientações sobre o uso social da língua: a redação de datas em convite de casamento e seu endereçamento; os tratamentos senhora e dona; o desuso de palavras como ilustríssimo e digníssimo; como se dirigir a um pastor, padre, procurador de justiça ou reitor (sem essa de vossa magnificência), entre outras.


Com este guia prático e descomplicado do uso cotidiano do nosso idioma, o leitor poderá solucionar dúvidas e conhecer um pouco mais o português brasileiro!


Mais detalhes: http://www.livrariabonijuris.com.br/detalhes.php?id=12&cat=1

 

 

Contato com este blog:  jbmiquelao@uol.com.br

 

 

Escrito por João Bosco às 17h51
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16/12/2014


MICROCONTO DE HOJE

 

MORAR EM VENEZA É DIFERENTE DE VISITÁ-LA

                             --- João Bosco Miquelão

 

Desta vez ele não estava visitando a cidade. Encontrava-se a trabalho, incumbido de dar duas palestras numa universidade local.


Há duas semanas estava hospedado na casa de um amigo, italiano, professor daquela universidade, e já adquirira o “espírito” de morador local, pois fazia pequenas caminhadas na vizinhança e até comprava alguns itens para o café da manhã.

 

Não se sentia muito à vontade, era verdade. A casa do amigo ficava um pouco distante dos locais tradicionalmente visitados pelos turistas.  Era uma zona tipicamente residencial... e veneziana.  Casas seculares, açoitadas pelo vento do Adriático, testemunharam o vai e vem de muitas gerações por aquelas ruelas.  O vêneto, falado pela população local, era diferente do italiano formal a ponto de embaraçá-lo. 


A ausência inesperada de seu anfitrião, também palestrante, que viajara à vizinha Áustria, obrigara-o a ficar sozinho naquela casa que parecia desafiar o tempo de tão antiga. 


Ele era modesto, mas sabia de seu valor na comunidade científica. Era reconhecido internacionalmente. Sua memória para fatos e argumentações era impressionantemente rápida e precisa. Nas palestras, sempre respondia ou rebatia argumentações capciosas com elegância e sem vacilações.


Entretanto, inconfessável era sua pouca capacidade de orientação, e, por que não dizer, a facilidade com que se perdia num local com traçado moderno, com quarteirões e cruzamentos perfeitamente definidos. O que dizer de ruelas estreitas e sinuosas e com bifurcações que levavam ora a um paredão coberto de mofo, ora a uma pracinha sem saída com um chafariz centenário.


A arquitetura medieval o perturbava, pois, para dizer a verdade, a sinuosidade das vielas o desnorteava. Por isso nunca saía daquele trecho, restrito, equivalente à área de um quarteirão moderno. Ali ele encontrava tudo de que precisava: cafés, supermercado, restaurantes e até duas padarias.


Mas, naquele dia de outono ele criara coragem. A umidade que vinha da lagoa-rua próxima e o céu cinzento criaram uma atmosfera que lhe causava tristeza e depressão. Estava disposto a sair do confinamento, a explorar outros “territórios”: iria caminhar além daquele trecho sombrio.


Despreocupadamente desce a pequena ladeira e entra numa viela até então desconhecida.


Observa atentamente a arquitetura dos tempos dos doges, pois aquelas velhas edificações transpiram história, e ele caminha, caminha... Lê placas em vêneto e italiano. Algumas têm ambas as versões. E caminha...


Fica cansado e resolve voltar para casa.


No primeiro cruzamento com outra viela, fica em dúvida: Não sabe em qual delas andara para chegar até àquele ponto.


“Deve ser esta” – pensa. E entra na viela.


Não se dá conta de que quase todas as casas são parecidas. E aquela, sem dúvida, é a que procura: na que está morando há duas semanas.


Ele coloca a velha chave na fechadura e esta se abre facilmente. Ele dá alguns passos e faz gesto de fechar a porta atrás de si. Felizmente o gesto não se completa, pois não reconhece o mobiliário e um tapete desgastado... Ele se dá conta de que está em outra casa. Sua chave abriu a porta por acaso!


No mesmo instante um enorme cão da raça rottweiler surge no fim do corredor e parte em sua direção. Ele mal tem tempo de dar meia volta e fechar a porta atrás de si. O cão bate violentamente do outro lado da porta, late e rosna raivosamente; ele escapa por pouco.


Finalmente chega exausto à verdadeira casa em que está hospedado, já bem mais tarde, usando pacientemente o princípio básico do algoritmo simplex: “testando todas as possibilidades, até que uma delas seja satisfeita”, isto é, passando por várias ruelas até encontrar o verdadeiro “caminho de casa”.

 

 

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Escrito por João Bosco às 14h09
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11/12/2014


 

CURIOSIDADE LINGUÍSTICA

 

Além das armas de fogo, os portugueses introduziram várias palavras na língua japonesa durante o período conhecido como “Comércio Namban”. Assim, os japoneses adotaram vocábulos da Língua Portuguesa como pan (pão), tabako (tabaco), botan(botão) e kirishitan (cristão).


“O Japão foi o país asiático que sofreu o maior impacto e as maiores transformações vindas da expansão portuguesa”, disse o historiador e professor universitário João Oliveira e Costa, um dos autores do livro História da Expansão e do Império Português, publicado recentemente pela editora Esfera dos Livros (Lisboa, Portugal).


Em 1543, marinheiros das naus portuguesas vindos de Macau, na China, desembarcaram nas praias da ilha de Tanegashima, no sul do arquipélago nipônico, para estabelecer comércio com o povo japonês, então relativamente isolado do mundo exterior.


Assim, Portugal tornou-se a primeira nação europeia a estabelecer contactos com o Japão, durante o período das Grandes Navegações. Foram aqueles portugueses desembarcados em Tanegashima que ainda teriam introduzido as armas de fogo no arquipélago japonês.


Mais detalhes n/ link: http://observatorio-lp.sapo.pt/pt/noticias/portugal-e-japao-desconhecida-relacao-fruto-da-audacia-lusa

 

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Escrito por João Bosco às 16h10
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09/12/2014


OS DANOS DA GOMA DE MASCAR

 

Praticamente no mundo todo o chiclete jogado no chão, sem qualquer cuidado, costuma criar sérios problemas.


Ele gruda e é difícil de ser removido.


Talvez seja um dos grandes inimigos da conservação de pisos de lugares históricos.


Uma iniciativa muito interessante para minimizar o problema acaba de ser tomada na Praça da Liberdade, em Belo Horizonte: foi inaugurada uma escultura com o nome de Cabeça de Chiclete, de autoria do canadense Douglas Copland (uma réplica gigante da própria cabeça do escultor).


A proposição desafia a ideia de vandalismo e faz uso criativo do temido chiclete. No contexto do trabalho, o ato de colar o chiclete passa de anárquico a democrático:


 

 

Em Lisboa, próximo ao monumento Padrão dos Descobrimentos, para evitar danos à linda rosa dos ventos no piso da calçada, foi colocada uma placa em que se pede em bom português lusitano: “Por favor não deite pastilhas elásticas no chão”:


 

 

Passarinhos podem morrer quando se alimentam de chicletes. Eles são atraídos pelo aroma, sabor adocicado e pela cor que as gomas de mascar oferecem. Este vídeo é esclarecedor quanto a isto (copie e cole o link no navegador): https://www.youtube.com/watch?v=EnywJcrxQRE

 

 

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Escrito por João Bosco às 13h07
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05/12/2014


VALE A PENA LER

Título: “ESTUDO SOBRE A ASSOCIAÇÃO DAS

PARTEIRAS TRADICIONAIS DO MARANHÃO”

 

 

 

ISBN 978-85-7862-342-5

 

 

Lançado no dia 21 de novembro passado em São Luís, Maranhão, o livro, de autoria de Marina Santos Pereira, antropóloga e professora da Universidade Estadual do Maranhão (UEMA), constitui um valioso estudo etnográfico da entidade que reúne as parteiras tradicionais daquela região nordestina.

 

A obra evidencia a maneira brilhante e generosa com que essas bondosas criaturas completam o Serviço Público de Saúde numa região carente, tendo como fundamento o saber empírico.

 

Pedidos através deste endereço: marinaachiles@gmail.com.

 

 

FLAGRANTES DO LANÇAMENTO NA

UNIVERSIDADE FEDERAL DO MARANHÃO (UFMA):

 

 Grande público compaeceu ao lançamento do livro

 

 

A autora em companha da geógrafa Márita Ribeiro

 

Em companhia de sua mãe, Dona Waldelice de Olinda Santos

 

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Escrito por João Bosco às 11h15
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VALE A PENA LER

 

AS FRONTEIRAS DO SECULARISMO

Uma entrevista com Phil Zuckerman*

 

NOVAS RESPOSTAS PARA QUESTÕES ANTIGAS

Blog do Dr. Sam Harris - Link: http://www.samharris.org/blog/item/the-frontiers-of-secularism

 

*Conferencista, articulista, autor de vários livros de sucesso e Professor de Sociologia no Pitzer College (Claremont, CA, EUA).

 

 

Contato com este blog: jbmiquelao@uol.com.br

Escrito por João Bosco às 09h51
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03/12/2014


CURSO NA ABNT

 

 

TRABALHOS ACADÊMICOS


(CURSO COM DURAÇÃO DE 16 HORAS EM 2 DIAS)


 

DIAS 15 E 16/12/2014


Público Alvo:

Estudantes e profissionais interessados em Normalização de Trabalhos Acadêmicos.


Objetivo:       

Auxiliar alunos e professores de graduação, pós-graduação e pesquisadores em geral na elaboração e apresentação de trabalhos acadêmicos.


Conteúdo:      

- O curso terá como base as normas técnicas:

- ABNT NBR 6023:2002 - Referências – Elaboração;

- ABNT NBR 6024:2012 - Numeração progressiva das seções de um documento escrito – Apresentação;

- ABNT NBR 6027:2012 - Sumário – Apresentação;

- ABNT NBR 6028:2003 - Resumo – Apresentação;

- ABNT NBR 6034:2004 - Índice – Apresentação;

- ABNT NBR 10520:2002 - Citações em documentos – Apresentação;

- ABNT NBR 14724:2011 - Trabalhos acadêmicos – Apresentação;

- ABNT NBR 12225:2004 - Lombada – Apresentação;

- ABNT NBR 15287:2011 -  Projeto de pesquisa – Apresentação;

- Exercícios.


 

Av. Paulista, 726 - 10º andar - Bela Vista - SAO PAULO/SP

 

Informações: (11) 2344-1721/2344-1722 - cursos2@abnt.org.br

 


Contato com este blog: jbmiquelao@uol.com.br.

 

 

Escrito por João Bosco às 14h04
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